Sidebar Menu

Bombeiros encontram 9ª vitima de desabamento em Fortaleza

Entre os três mortos, dois ainda não foram identificados.

Um prédio residencial de sete andares localizado na Rua Tibúrcio Cavalcante, nº 24, no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, identificado como Condomínio Andréa, desabou na manhã de hoje (15). Os bombeiros confirmam terceira morte em desabamento em Fortaleza, nesta quarta-feira (16). Dentre os três mortos, dois ainda não foram identificados. O terceiro é de Frederick Santana dos Santos, de 30 anos, que estava descarregando um caminhão de água no mercado vizinho ao prédio, quando aconteceu o desabamento. Ele teve partes do corpo imprensado nos escombros.

O prefeito da cidade de Fortaleza (CE), Roberto Cláudio, manifestou apoio aos familiares e vítimas do
desabamento do Edifício Andrea e prometeu que a sociedade terá uma "resposta clara a respeito das responsabilidades de pessoas envolvidas no acidente". De acordo com o prefeito, órgãos de fiscalização urbana não tinham nenhuma informação sobre obras em andamento no edifício. 

Este é o segundo caso de desabamento na capital cearense. No início de junho, outro condomínio residencial sofreu danos estruturais em um desabamento parcial, e foi demolido pela prefeitura. O prédio ficava no bairro de Maraponga.

Dona de um estabelecimento comercial que funciona a cerca de 100 metros do local onde o prédio desabou, Andrea Barbosa de Sousa disse à Agência Brasil que o edifício era residencial e estava ocupado.

"Só escutei um barulho muito grande. Foi tipo uma explosão. Eu saí correndo quando vi a nuvem de poeira chegando até aqui, na loja. Saí na calçada e não vi quase nada, só algumas pessoas correndo em meio à nuvem de poeira", afirmou a comerciante ao retornar para fechar a loja que havia abandonado e deixado aberta. "Os bombeiros estão interditando a rua, pedindo para os vizinhos saírem de casa e atendendo a algumas pessoas", acrescentou Andrea.

Localização do edifício que desabou em Fortaleza - Google Earth

Recepcionista de uma pet shop que funciona na mesma calçada do Edifício Andréa, Sávio Matheus Ferreira de Castro Pinto afirmou que a queda do prédio foi precedida por um barulho que aumentou gradativa e rapidamente, até culminar com um som semelhante ao de uma explosão.

"Achamos que se tratava de uma batida de carro. Só que o barulho foi aumentando e aí veio a nuvem de poeira. Fechamos as portas e ficamos dentro da loja porque demoramos a entender o que tinha acontecido. Não dava para ver nada, só alguns destroços espalhados pela rua. Quando saímos na calçada já tinha muita gente chorando. Um desespero", relatou o recepcionista à Agência Brasil. De acordo com ele, "muita gente" morava no condomínio. "O próprio dono da pet shop conhecia um morador", acrescentou o recepcionista, relatando que o edifício "parecia muito velho, a ponto de parecer estar abandonado". 

Veja mais notícias sobre Vídeos.

Veja também:

 

Ao aceitar, você acessará um serviço fornecido por terceiros externos a https://www.girosa.com.br/

No Internet Connection