Osasco: por meio de projeto, Rogério Lins cria renda para famílias em situação de vulnerabilidade

Programa Nosso Futuro: valores do auxílio variam de R$ 100 a R$ 225 mensais e, para ter direito ao benefício, o Executivo estipulou algumas regras
Projeto do prefeito Rogério Lins prevê pagamento de benefício com valores que variam entre R$ 100 e R$ 225 por mês (Francisco Cepeda/Giro S/A)

Segue em tramitação pelas comissões permanentes da Câmara Municipal de Osasco o Projeto de Lei que cria um programa de apoio à renda das famílias com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco de insegurança alimentar, que vai receber o nome de  "Nosso Futuro". Se aprovado, o programa investirá R$ 5,3 milhões, já previstos no PPA (Plano Plurianual) e na LOA (Lei Orçamentária Anual).

Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego atinge mais de 14 milhões de pessoas. Para amenizar essa realidade na população de Osasco, a prefeitura desenvolveu o Programa Nosso Futuro, que   deve beneficiar cerca de 30 mil famílias da cidade. 

"Esse programa foca na alimentação das crianças e adolescente com um auxílio às famílias osasquenses. Os valores pagos pelo programa aumentam de acordo com as necessidades e vão ajudar mais de 30 mil famílias da cidade. Um dos maiores programas de assistência social do Brasil", comentou o secretário de planejamento e gestão, Éder Alberto Ramos Máximo.

De acordo com o projeto, os valores do auxílio variam de R$ 100 a R$ 225 mensais e, para ter direito ao benefício, o Executivo estipulou algumas regras: o programa é destino a famílias, incluindo mães solo, e famílias com pessoas com deficiência ou com crianças e adolescentes com idades entre 0 e 17 anos, inscritas no Cadastro Único e renda familiar de até meio salário-mínimo. As crianças deverão ter frequência escolar e não serem beneficiárias de outros programas de transferência de renda do município.

De acordo com Ana Paula Rossi (PL), líder do governo na Câmara, as comissões darão prioridade para votar esse projeto. Se aprovado ele poderá ser implantado já a partir de 2022. "É importante o governo avançar nessa questão. A explicação do governo sobre o projeto nos auxiliou no processo para que pudéssemos entender o fluxo e analisar o projeto, assim podemos implantar o programa já em janeiro de 2022", afirmou a parlamentar. 

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Segunda, 23 Mai 2022

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