Osasco deve abrigar casa de passagem para vítimas de violência doméstica

Local servirá como refúgio provisório de mulheres vítimas de violência e seus filhos, com disponibilidade de assistência jurídica e psicológica
Casa de Passagem será implantada em Osasco e não terá o endereço divulgado por questão de segurança (Divulgação/Secom Osasco)

O prefeito de Osasco Rogério Lins (Podemos) reuniu-se recentemente com a deputada federal Sâmia Bonfim (Psol) para discutir a viabilização da implantação de uma Casa de Passagem para abrigar mulheres vítimas de violência doméstica. Durante o encontro, ficou acertado que a parlamentar enviará R$ 800 mil em emenda para a construção da unidade. "A deputada Sâmia é muito atuante nessa questão do combate à violência contra a mulher e agradecemos muito esse apoio. A Casa de Passagem reforçará nossas políticas direcionadas ao combate a esses casos", disse Lins.

De acordo com a secretária-executiva de políticas para as mulheres, Mônica Veloso, ainda não foi definido o local da unidade nem quando será inaugurada. "Estamos empenhados nessa tarefa para definirmos o quanto antes. Por se tratar de uma emenda, o recurso tem que ser aplicado em um espaço público (seja na construção ou reforma de um local já existente)".

Como o próprio nome sugere, a Casa de Passagem, a primeira a ser construída na região oeste da Grande São Paulo, será um refúgio provisório para mulheres vítimas de violência e seus filhos. As vítimas ficarão no espaço (mesmo após a definição do local não terá seu endereço revelado por questão de segurança das assistidas) por tempo determinado. Nesse período receberão assistência jurídica e psicológica.

Segundo Mônica, embora a cidade ainda não conte com o serviço, as mulheres vítimas de violência não deixam de ser assistidas. "Por meio de parceria com o Programa Acolher, do Instituto Avon, elas são acolhidas em hotéis". Além das osasquenses, mulheres vítimas de violência da região oeste são assistidas na Casa Abrigo, vinculada ao Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste). O local acolhe apenas mulheres que já passaram por situação concreta de risco de morte. 

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Sexta, 28 Janeiro 2022

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