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“Não quero mais ficar no meio desse fogo cruzado”, diz Danilo Joan sobre Bolsonaro e Doria

Prefeito de Cajamar diz que a pandemia virou palanque político
Danilo Joan diz que Cajamar tem condições de reabrir comércios

O prefeito de Cajamar, Danilo Joan (PSD) fez uma live nas redes sociais, na noite desta quarta-feira (13), onde voltou a criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Ele frisou que a população tem assistido uma verdadeira guerra política. "Virou um palanque político. É um presidente que vê na economia com possibilidade de reeleição e não estabelece regras para a retomada das atividades; do outro lado, um governador que quer ser candidato e resolve segurar tudo. E as cidades ficam nesse meio sofrendo diante dessa briga. Não quero mais ficar no meio desse fogo cruzado. A eleição presidencial é só em 2022", disse.

Joan ainda criticou o decreto publicado pelo presidente que inclui os salões de cabeleireiros e academias no rol de atividades essenciais. "O ministro da saúde fica sabendo do decreto durante a coletiva, ou seja, é uma falta de respeito. O presidente publica um decreto e inclui como serviços essenciais os salões e academias e não estabelece uma normativa de como as pessoas devem retomar suas atividades, ou seja, não estabelece as regras de funcionamento seguro para todos", questiona.

Sobre a quarentena, o prefeito aproveitou para parabenizar a população que tem aderido ao isolamento social e feito o uso das máscaras e que os resultados colocam Cajamar como uma das cidades que já poderia ter uma reabertura gradual do comércio. "Em Cajamar a população tem cumprido a quarentena. O povo não quer saber de número, o povo quer saber quando voltará a trabalhar. Nós fizemos a quarentena e merecíamos o direito de reabrir os comércios, seguindo regras de segurança, para que o comerciante possa levar o sustento para dentro de casa", explica acrescentando que não pode fazer nada pois pode ser processado pelo Ministério Público. "Temos uma orientação do MP que pede para seguirmos o decreto do governador. Se não fizermos isso, podemos responder um processo por crime de improbidade administrativa", completa. 

Hoje, Cajamar tem 168 casos confirmados de coronavírus, 9 mortes e 115 pacientes recuperados, 14 pacientes internados e duas pessoas na UTI.

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