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​Emidio diz que vai processar deputado Douglas Garcia por vazamento de dados

Além disso, deputadas do PSOL pediram a cassação do mandato 
Deputados Emidio de Souza (PT) e Douglas Garcia (PSL) (Fotos: Alesp)

O deputado estadual Emidio de Souza (PT) publicou um vídeo, nas redes sociais, onde garante que ingressa com uma ação contra o deputado Douglas Garcia (PSL) por ter, supostamente, vazado informações pessoais de aproximadamente 1 mil pessoas que "Espero que a Assembleia Legislativa se manifeste sobre isso, pois, já existe pedido para a cassação do mandato. Espero que o Ministério Público atue de forma rápida para conter as ações desse deputado fascista do Estado de São Paulo", disse.

Emidio lembrou que o parlamentar é alvo de investigação por suspeita de espalhar fake news. "Ele é uma das 29 pessoas que na semana passada tiveram mandados de busca e apreensão expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, com suspeita de espalhar fake news pelo país. E depois disso, ele se achou no direito de ameaçar pessoas, ameaçar deputados esse mandado. Não é crime combater o fascismo deputado", dispara.

Pedido de cassação

As deputadas estaduais pelo PSOL-SP Isa Penna e Mônica Seixas, da Bancada Ativista, entraram com um pedido de cassação do mandato do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP) nesta quinta-feira (4) no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Garcia anunciou em suas redes sociais ter compilado em um dossiê com nomes de pessoas que se autodenominam "antifas" (antifascistas). A documentação, que circula nas redes sociais, tem informações pessoais como nome, local de trabalho e foto de cerca de mil indivíduos que fazem oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

As deputadas do PSOL avaliam o ato como "um claro estímulo à perseguição das últimas manifestações em defesa da democracia do último domingo (31)".

De acordo como texto da representação, "o deputado cria fake news ao afirmar que ser antifascista é crime, que pertencem a organização criminosa, terroristas, no mais incita a violência, ao divulgar a suposta lista afirmando tratar-se de lista de 'criminosos'. No mais, atribui a outros parlamentares serem representantes da suposta organização criminosa, portanto, mais uma vez caluniando, difamando e espalhando ódio aos parlamentares que se declaram antifascistas". 

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