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Em visita ao Giro S/A, Rubens Furlan concede entrevista exclusiva ao GiroPlay

Entre inúmeros temas abordados no encontro, prefeito de Barueri relatou sua experiência com a covid-19: "Sofri durante 12 dias. Um dia pior do que o outro"
Furlan revelou os momentos de tensão provocados pela covid-19: "Se tira o oxigênio, você sente que vai morrer"  (Foto: Francisco Cepeda / Giro S/A)

Na noite de quarta-feira (16), o prefeito reeleito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), participou de uma entrevista exclusiva no estúdio GiroPlay, na sede do jornal Giro S/A, em Osasco. Na conversa, estiveram presentes a diretora de redação do Giro, Cláudia Azevedo, e o editor-chefe, João Felipe Cândido.

A entrevista faz parte de uma série que o GiroPlay promove com os prefeitos eleitos das 11 cidades da região oeste da Grande São Paulo que fazem parte do Cioeste. Já foram entrevistados Rogério Lins (Podemos), de Osasco; Dr. Sato (PSDB), de Jandira; Marcos Tonho (PSDB), de Santana de Parnaíba; Rogério Franco (PSD), de Cotia; Marcos Neves (PSDB), de Carapicuíba e Igor Soares (Podemos), de Itapevi.

A seguir, confira os melhores momentos do encontro. O link da entrevista completa está no final da reportagem.

Prefeito, essa deve ser a primeira entrevista que o senhor concede após ser curado da covid-19. De que maneira o coronavírus tem afetado a sua saúde? O senhor pode relatar como foram os seus dias de tratamento?
Foi uma coisa tão extraordinária porque nós fizemos uma campanha eleitoral com 60, 70 reuniões pela cidade toda. Claro que nós tomávamos os cuidados que têm de ser tomados, porém, a gente tem os vacilos, afinal de contas, na campanha eleitoral, tem aquele contato permanente que a gente gosta e as pessoas fazem questão. De certa forma, fui imprudente e paguei muito caro por isso. Não é brincadeira. As pessoas têm de entender que covid, pode não acontecer nada para alguém, mas leva o outro a óbito. Eu, particularmente, sofri durante 12 dias. Um dia pior do que o outro. Chegou nem um momento que teríamos de internar, mas internar para intubar, porque a oxigenação estava sendo muito difícil. Então foram 12 dias muito difíceis, que me tirou do ar. Logo depois da eleição, o 'Furlan desapareceu' e agora que eu estou surgindo, fazendo tudo de novo, fechando o governo, para iniciar o outro devagarinho. Eu ainda me canso. Você vê, eu subi a escada, tive de sentar, mas a gente vai adquirindo a condição... Não é fácil, o pessoal que é folgado, que quer ficar. Espera a vacina. Já já nós teremos a vacina. E eu espero que o presidente não atrapalhe, não seja estúpido para impedir a vacinação em massa, porque tanto a saúde e a economia só voltarão ao normal assim. E se as pessoas decidirem tomar cuidado para valer, nós pouparemos vidas.

O senhor sentiu medo de que a doença agravasse ainda mais?
Senti. Essa é uma característica dessa doença. Agora, imagina, todos os dias está pior do que no dia anterior. E o que está acontecendo é uma destruição do seu pulmão. É um vírus atacando para valer o seu pulmão, e ele não está reagindo a isso: está cedendo à ação do vírus. Ao fazer uma tomografia, descobre que 5% do seu pulmão está comprometido. Aí quatro dias depois, faz outra tomografia e está com 30% comprometido. Depois de dois dias, 50% comprometido. Respirando com oxigênio, 24h por dia com oxigênio. Se tira o oxigênio, sente que vai morrer. Quando chega de madrugada, basta ver o monitor aqui batendo, "pi pi pi pi"... Você está com 96 [nível da saturação no oxigênio], de repente já está com 90, começa a apitar e você não sabe onde ele vai parar. É uma doença letal. Por exemplo, nosso secretário de Finanças, o Mário [Sadanori Doi,], ele está intubado já faz tempo e nós estamos torcendo, pedindo para Deus devolver ele. Para nós, com saúde, porque ele é uma pessoa boa. É honesto, ele é importante para o nosso governo, necessário. E nós estamos torcendo muito... Tem gente que fala: à espera de um milagre, mas ela existe, estamos pedindo a Deus pela saúde dele. Então, eu e ele estávamos na mesma condição. Com 5%, de repente 30%, de repente 50%... só que ele foi para 70%. E eu comecei a reagir, essa é a diferença. Você não sabe se você vai ou se você reage. O meu pulmão reagiu e graças a Deus nós estamos aqui. E eu espero que logo ele esteja do meu lado.


O prefeito Rubens Furlan (ao centro), foi entrevistado pela diretora de redação do jornal Giro S/A, Cláudia Azevedo e o jornalista João Felipe Cândido (Foto: Francisco Cepeda / Giro S/A)

Furlan, em agosto, o Giro publicou uma pesquisa do Instituto MAS que já apontava a sua vitória com expressiva vantagem. Meses depois os resultados se concretizaram e o senhor foi reeleito com 85,35% dos votos válidos. Como recebeu o resultado das urnas?
Estava dizendo que nosso governo não tem começo, meio ou fim. Nosso governo é dinâmico, ou seja, ele está terminando com resultados e o novo começa com mais serviços e sempre preocupado em manter as finanças em ordem para garantir investimentos. Diante desse quadro, a gente entende que a política é um processo, você trabalha, o povo avalia as coisas que acontecem. Então, quando chegam às eleições, as coisas acontecem automático. Fico muito feliz, pois o povo aceita o nosso trabalho. Então, trabalhem e vocês terão o resultado na eleição. Para as pessoas que só falam bobagem, pois na política existem aqueles que vivem de atacar os outros. Eles não fazem nada. São até cidadãos ruins. Eu digo: 'você vê a propaganda de um prédio, mas nele ele fala em do produto dele, eles não falam mal do produto do outro!'. Em Barueri não. Acho que os candidatos que disputaram não têm qualidade, pois eles não falaram. Mas, dos meus defeitos eles falaram. Mas o povo me conhece. Não adianta, estou há 44 anos na vida pública e vai falar uma coisa que eu não sou para o povo agora. Todo mundo me conhece desde mocinho.

Furlan, seu partido também elegeu prefeitos de quatro das 11 cidades do Cioeste – Barueri, Jandira, Carapicuíba e Santana de Parnaíba. Como o senhor enxerga a força do PSDB nas eleições de 2020? Já é possível desenhar cenário para as eleições de 2022?
Eu acho que uma eleição prepara a outra, mas o resultado de uma eleição independe da outra. Eu acho que, pela minha experiência, uma eleição nunca foi igual à outra porque as circunstâncias mudam tão rapidamente que os partidos que logram uma vitória hoje, não significa que lograrão no futuro. Depende muito dos personagens. Aqui em nossa região, por exemplo, você falou quatro cidades elegeram prefeitos do PSDB. Eu, particularmente, não faço essa conta para a nossa região. A conta que eu faço para a região é: quais os bons prefeitos que foram reeleitos. E quais os prefeitos que vêm com uma plataforma boa, um projeto bom e que poderá dar bastante resultado porque eu sou bastante regionalista. Então, não importa quem, se é de um partido ou de outro partido. O que importa mesmo para valer é que os prefeitos que foram reeleitos sejam bons prefeitos, mas muito bons prefeitos. E os mais jovens que acompanhem esses bons prefeitos e consigam fazer um bom governo porque a nossa região é muito rica e expressiva, que não pode sofrer solução de continuidade mais. Tem de ser uma evolução permanente, que a gente possa sempre promover bem estar social.

Em Barueri, o senhor indicaria um deputado estadual ou federal para 2022, ou acha que essa união, tanto do PSDB quanto de outros partidos podem eleger junto outros nomes?
Não, não é uma forma de a gente se organizar. Até por causa de interesse de cada partido e tal, então é difícil da gente se organizar, se fazer juntos. Assim: temos aqui 500 mil eleitores e vamos eleger uma bancada de três federais e outra de três estaduais. Não dá para fazer isso. Ás vezes é até possível eleger, dependendo da circunstância, mas eu particularmente você sabe. Eu tenho a candidatura da Bruna, que é uma realidade e a Bruna ela tem sido importante para a nossa região. Ela é muito esforçada, tem lutado muito. Eu tenho falado o seguinte. Vou citar nomes... vamos falar francamente. Na última eleição em Barueri, a Joyce [Hasselmann] teve uma votação extraordinária, o filho do Bolsonaro [Eduardo] teve uma votação extraordinária. Onde é que esse povo está? Qual é a importância deles para a nossa cidade, para a nossa região? O que eles resolveram? Algum dia eles falaram a favor de uma de nossas cidades? Nunca. O que eles ajudam o prefeito? Nada!. Então esse negócio de ficar votando nesse pessoal que não existe. Eles não existem para nós, nem a Joyce, nem o Bolsonaro. O pessoal teve 20, 30 mil votos e nem vem aqui. Esse é o mesmo que pegar o voto e dizer: eu vou entregar o meu voto para qualquer um e que se lasque a minha região aqui. Só que na hora saúde, é do prefeito que precisa, na hora da educação, é do prefeito, na infraestrutura, é do prefeito. E o prefeito, ele precisa de quem? De Deus primeiro, depois ele precisa da ajuda política, da força política, que é formada através da votação que se dá para os deputados. Através dos deputados que estão na Assembleia, na Câmara Federal, e pode estar junto ao governador. Por exemplo, pensa que fácil você ver viabilizar um hospital regional e fazer o que nós fizemos. Barueri deu uma área de 60 mil metros e estamos dando mais 110 milhões para a construção do hospital regional. Estamos dando. Já começamos a obra e ainda assim, como todo esse oferecimento, precisou da Bruna. E a Bruna correu atrás do governador, do secretário e junto com o prefeito, dizendo... olha, nós precisamos disso. Isso foi prometido, isso é necessário. Nosso povo precisa. Não conseguimos organizar a saúde da região, sem um hospital dessa grandeza. Ela fez esse esforço. Ela lutou muito, junto. Mas não lembro da Joyce estar junto, eu não lembro do Bolsonaro falar com o pai dele. De ter ligado para o prefeito ou ter atendido a ligação do prefeito... não lembro, não lembro... Vamos fazer por aqui. A Bruna anda por aqui... ei Bruna, o que você me diz... ela vai falar... sobre a saúde, eu fiz essa emenda assim, assim... eu tive junto dos prefeitos, eu tive usando o seu voto para conseguir isso para você, para nós. Agora, e o Bolsonaro, e a Joyce, e aí? Vai falar o quê? Onde é Barueri? Eu acho que a população tem de se juntar, tem de valorizar o nosso voto, a favor da nossa região. Então em quem eu vou votar? É em alguém daqui. Alguém que eu possa cobrar, que possa fazer alguma coisa por mim porque eu moro aqui, eu vivo aqui... nossa cidade é aqui. Então, na hora do vamos ver, "vamos colocar aí um aumento de vagas para UTI, vai falar pra Joyce, vai falar pro filho do Bolsonaro. É capaz dele falar que "meu pai não quer que vocês sejam vacinados".

Bastidores: descontraído na sede do Giro S/A, Furlan conversa com a equipe do jornal momentos antes de ser entrevistado no estúdio GiroPlay (Foto: Francisco Cepeda / Giro S/A)

Ontem, entrevistamos o prefeito mais bem votado do Brasil, Igor Soares, de Itapevi. Ele declarou o desejo de vê-lo candidato ao governo do estado em 2022: "ele fez muito pela região e faria muito pelo estado. Fica registrada minha expressa vontade de que o Furlan seja candidato para representar nosso povo". Furlan, o senhor já declarou, inclusive ao Giro, que deseja se candidatar para o governo do estado. Se o senhor tiver dificuldades nas prévias do PSDB, existe a possibilidade de deixar o partido?
Meu Deus do Céu. Olha... eu agradeço muito ao Igor, eu gosto muito do Igor. Eu acho que ele é um dos jovens prósperos da nossa região, que ele vai longe. Além de ele ser competente, ele não tem a vaidade do poder, que é inerente das pessoas. Ele não tem. Faço muita fé nele. Eu deposito minhas fichas no Igor também. Agora, esse é um desafio que eu enfrentaria muito tranquilamente há 20 anos. Hoje eu não sei. Eu vou esperar começar o sexto mandato. Eu digo, eu sou igual a você: nas mãos de Deus. Então, o que tiver que ser... Eu não vou me esforçar muito para isso, não.

Mesmo com um possível convite para ir para o Podemos?
As coisas vão acontecendo (risos)... É a nuvem... Aquilo que o Tancredo dizia: olha para o céu hoje, você vê a nuvem e tal... Daqui a pouco, daqui uma hora, você olha de novo, ela já mudou. Então, isso pode mudar.

Nas eleições de 2024, tudo leva a crer que o cenário de sua sucessão partirá de algum membro de sua família, a exemplo dos seus filhos, Rubinho e Bruna Furlan. O senhor apoia a candidatura de um deles para a prefeitura da cidade? Em caso afirmativo, qual seria o seu maior conselho?
Para 2024, não pode ser ninguém da família, tem que ser alguém que tenha ligação. Eu tenho impressão que a Bruna e o Rubinho vão seguir a carreira política naturalmente, independente do pai estar trabalhando nisso. Eu, particularmente, se fosse aconselhar os dois, diria: filhos, procurem outra atividade, é muito sofrida a vida política. Vocês acompanham a vida do pai... O político sofre. O malandro que entra na política, não sofre. Agora, quando tem sensibilidade pública, quando você sente a dor do outro, quando estão acabando os leitos e é sua obrigação ir atrás de mais leitos, e se não o fizer, as pessoas vão sofrer, vão morrer, e a escola, a educação, não está indo bem, você precisa melhorar a qualidade, senão você compromete o futuro de filhos de trabalhadores... Então, essas coisas são inerentes dos políticos, eles sentem essa responsabilidade. É diferente de quem não está nem aí, que aconteça o que acontecer, só se preocupa com a próxima eleição e com sua vida. Não é assim. Meus filhos sabem que têm que escolher: se querem cuidar da vida dos outros, é complicado, porque a responsabilidade é muito grande. Mas você quer que cuidem da sua vida? É outra coisa, também. Não tem privacidade. Então, é uma questão de ter vocação. Tenho impressão que o Rubinho tem essa vocação e tem essa vontade.

O Rubinho Furlan, seu filho, deve se candidatar para deputado estadual em 2022?
É natural, eu vejo a movimentação. Foi assim com a Bruna e vai ser assim com ele. E eu falo: "olha, filho, é difícil. Se você for enfrentar a vida pública, mesmo, que seja com muita responsabilidade, respeitando muito as outras pessoas, respeitando tudo. Procure não se meter com ninguém ruim. Procure respeitar a justiça. Saiba que você está sendo permanentemente investigado, não importa que você não esteja fazendo nada de ruim. É obrigação de todos os órgãos investigar sua vida e seu comportamento durante todo o processo. Você tem que saber disso e andar direito, para que as pessoas gostem e respeitem você. Quer eleição fácil? Não existe. Trabalhe muito e coloque seu nome à apreciação, que vai ter resultados".

Podemos esperar a dobradinha Rubinho/Bruna Furlan em 2022?
Eu tenho impressão que sim (risos).

Como o senhor avalia a gestão do atual presidente da Câmara Municipal, Fabião (PSDB)? Quem receberá o seu apoio para o biênio do legislativo?
A Câmara hoje é bem feminista. A Câmara mais feminista que nós temos. Quatro mulheres. Então, teve uma Câmara com duas mulheres: a Ângela e a Maria Evangelista. Agora são quatro mulheres, me parece que todas elas bem determinadas, mulheres de valor e a gente está feliz com a composição. É um momento de euforia, tá todo mundo alegre tal... já já assenta tudo e agora, a presidência da Câmara estão falando muito no Toninho (Furlan), parece que tudo se encaminha para o Toninho. Ele tem bastante experiência. Foi presidente da Câmara já durante quatro anos, duas vezes, e vai poder ajudar bastante. É uma Câmara que a gente vai ter de, devagarinho, no convívio com eles, procurar ter um bom entendimento. É necessário porque a gente precisa da Câmara. Procurar ter um bom entendimento com os vereadores e tal, para que a gente mantenha a harmonia, é necessário.

De oposição, quantos foram?
Ninguém da oposição, todos estiveram com a gente. Na oposição é aquele pessoal que xinga pra valer o Furlan, tiveram 100 votos, 80 votos. O povo não aceitou não.

Rubens Furlan conversa com a diretora de redação do Giro S/A, Cláudia Azevedo (Foto: Francisco Cepeda / Giro S/A)

Prefeito, no recente ranking divulgado pela revista Exame das 100 melhores cidades do país para investir em negócios, Barueri figura em 1º lugar entre os melhores municípios do Brasil para o comércio e também se destaca em importantes segmentos da economia, como serviços, mercado imobiliário, educação e indústria. Investir em Barueri é um bom negócio? Por quê?
Barueri, na minha avaliação, está entre as melhores cidades para se investir mesmo, porque é uma cidade extremamente dinâmica, que valoriza cada centímetro quadrado que ela tem, ela valoriza cada espaço de comércio e a própria geografia dela: está no centro da região oeste da Grande São Paulo. Barueri tem uma característica interessante. Temos uma população de perto de 300 mil habitantes, mas temos também uma população flutuante de quase 300 mil. Mais de 250 mil pessoas entram e saem todos os dias da cidade. Essa dinâmica faz com que ela seja importante para investimento. Muita gente circulando. Além de que além tem educação de qualidade, saúde de qualidade, segurança, isso conta tudo. Isso é próprio do poder público: investe na qualidade e aumenta a dinâmica e o interesse em fazer investimentos lá. Se você faz um investimento lá, se dizem que é Barueri, as pessoas já se interessam.

Durante a convenção partidária que marcou o início de sua campanha, o senhor revelou que, após o seu sexto mandato, desejaria entregar uma cidade infinitamente melhor. Afinal de contas, o que falta para Barueri ser uma cidade ainda melhor?
Eu vou entregar uma cidade melhor. Saúde: se você parar de investir hoje, daqui dois ou três meses, degringolou tudo. Nós temos que trabalhar muito mais. Investir o máximo que puder e melhorar mais e mais ainda qualidade da saúde da cidade. Educação: tem alguns reparos para fazer, e eu vou fazer. É questão de organização para que ela tenha mais qualidade e forme melhor os nossos jovens. Segurança: temos profissionais espetaculares, gente muito boa e que pode ajudar muito mais, dependendo do foco e do investimento, e nós vamos melhorar isso. No que diz respeito à infraestrutura urbana, não pode enchente incomodar o nosso comerciante. Não pode, de repente, uma desorganização social bagunçar o sossego das pessoas. Então, essas coisas todas, precisaremos prestar bastante atenção para poder entregar a cidade dos nossos sonhos. 

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