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Doria deve anunciar inclusão da região na fase 2 da quarentena

Para elaborar estratégias prefeitos fazem reunião nesta quarta-feira (3)

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), anuncia nesta quarta-feira (3) se atenderá ou não o pedido do Cioeste para a inclusão das cidades da região na fase 2 (laranja) da quarentena. Nessa etapa alguns comércios terão autorização para retomar as atividades seguindo regras para o funcionamento. O anúncio deve ser feito durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. 

Na expectativa de uma resposta positiva, o Cioeste realiza também nesta quarta-feira (3) uma reunião com os prefeitos para definir as estratégias que serão adotadas caso a retomada das atividades seja permitida para a região. O encontro será às 10 horas, no gabinete do prefeito de Barueri, Rubens Furlan.

Em entrevista ao Giro Play Manhã, o prefeito de Santana de Parnaíba e presidente do Cioeste, Elvis Cezar, enfatizou que as cidades da região já possuem os critérios para passar de fase. Segundo ele, um dos pontos é o constante investimento em novos leitos de UTI. "O que nos dá essa prerrogativa são os números da região. Temos mais de 95% da população usando máscaras, estamos ampliando os leitos de UTI na região. Por exemplo, Osasco terá mais 30, Santana de Parnaíba mais 20. Já Itapevi, está alugando leitos de UTI na iniciativa privada", explica.

Elvis enfatizou ainda que a região precisa retomar de forma gradual a economia e permitir que alguns comércios, principalmente, os pequenos, possam voltar as atividades. "Que nós passamos avançar de fase para definirmos os protocolos prudentes e coerentes para que os comerciantes possam cuidar da saúde deles e atender com segurança e saúde os clientes. Desta forma vamos autorizar algo que já vem sendo praticado em algumas cidades, principalmente, para aqueles comerciantes pequenos que, muitas vezes, atende apenas um cliente. É um passo importante para a uma retomada gradual e consciente da economia", aponta acrescentando que se houver um aumento no número de casos pode ser retomadas as medidas mais duras. "Precisamos ter uma pequena flexibilização para que alguns comércios possam ter a liberação para continuar funcionando, mas é claro, que se percebermos um aumento no número de casos, nós podemos retomar as medidas mais duras", finaliza. 

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