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​"A deputada prefere engraxar as botas de militares", diz Doria sobre Carla Zambelli

Ele ainda falou que Zambelli prefere exercer o papel de 'mãe Dináh'

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), subiu o tom durante coletiva nesta quarta-feira (10), com a deputada federal, Carla Zambelli (PSL-SP), chamando-a de "Mãe Dináh" por falar, no mês de maio, que a Polícia Federal (PF) deflagraria operações contra governos estaduais. "Ela prefere cumprir o papel de 'Mãe Dináh' ao invés do papel de parlamentar. Trata a PF como polícia privada", disse o governador, fazendo referência à famosa vidente brasileira que morreu em 2014.

As críticas não pararam por aí. "Não tem cargo nem mandato na PF, muito menos para ser porta-voz da polícia. Se ela [Carla Zambelli] estiver exercendo ilegalmente essa função, estamos falando de uma polícia política", dispara acrescentando que as ações de São Paulo são fiscalizadas. "Quero registrar mais uma vez, Carla Zambelli, São Paulo tem todas as ações fiscalizadas pelos órgãos e que têm competência. Ouvidoria, MP (Ministério Público), Tribunal de Contas de TJ (Tribunal de Justiça)", garante.

Doria ainda apontou que São Paulo não precisa de uma parlamentar com as atividades de Zambelli. "O estado de São Paulo não precisa de vitrola parlamentar ideológica e nem de uma deputada que prefere engraxar as botas dos militares, principalmente do seu chefe, o presidente da república. Este é um governo que não deve e portanto não", finalizou.

A Polícia Federal tem realizados operações para apurar fraudes na compra de respiradores. Nesta quarta-feira, foi deflagrada uma ação no Pará, com o governador Helder Barbalho (MDB) sendo um dos alvos. Já há algumas semanas, também foi realizada uma ação no Rio de Janeiro que teve como alvo o governador Wilson Witzel (PSC). 

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