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Podcast: mais de 37 mil votam nas eleições do Conselho Tutelar

Ouça nosso podcast com a doutora em Direitos Humanos da PUC-SP, Márcia Guerra.

No domingo (6), 37.759 (dos 1.173.836 aptos) eleitores das seis cidades da região foram às urnas elegeram os novos conselheiros tutelares para os próximos quatro anos. Grande parte dos eleitos se dividem entre fiéis das igrejas católicas, evangélicas, ligados a partidos políticos do gestor local e progressistas.

"Cada vez mais os candidatos acabam sendo mais comprometidos com igrejas, partidos políticos, vereadores e deputados. Isso interfere na autonomia, independência e isenção esperada de um conselheiro tutelar", comenta Ariel de Castro, membro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

"O problema está no momento em que os eleitos não estão relacionados com o sistema de garantia dos direitos da criança e do adolescente", comenta a doutora em Direitos Humanos da PUC-SP, Márcia Guerra.

A presidente do CMDCA de Barueri, Mariana de Oliveira Leite, fala a importância da participação da população. "Vimos com satisfação as pessoas serem parte do processo eleitoral que elegeu os conselheiros tutelares, pois eles irão zelar pelos direitos de crianças e adolescentes de nossa cidade." Mariana também disse que embora houvesse filas, "a eleição transcorreu dentro do previsto em um processo democrático".

O conselheiro tutelar deve zelar pelo cumprimento de direitos, garantir absoluta prioridade na efetivação de direitos, orientar a construção da política municipal de atendimento. Os eleitos assumem o novo mandato a partir do dia 10 de janeiro de 2020 com término de mandato até 2024. 

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