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Uma pessoa infectada transmite para outras três

Estudo aponta que quanto maior a renda, mais diagnósticos
Para que a transmissão de uma infecção seja contida, esse número precisa ficar abaixo de 1 (Foto: Agência Brasil)

Nesta sexta-feira (13) um estudo da revista científica "Nature Human Behaviour", do grupo Nature, destacou que entre 25 de fevereiro e 31 de maio cada pessoa infectada com a Covid-19 no Brasil infectou, em média, outras três com a doença.

De acordo com a pesquisa, que foi conduzida por cientistas do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da USP, da Universidade de Oxford e do Imperial College de Londres, o Brasil teve uma taxa de transmissão mais alta se comparado a países como Itália, França, Reino Unido e Espanha, cujas estimativas ficaram entre 2,5 e 2,6. Isso significa dizer que, nesses países, uma pessoa infectada contaminava, em média, entre duas e três outros indivíduos.

Denominado de RO, este índice identifica quantas pessoas um infectado é capaz de contaminar com uma doença.

Para que a transmissão de uma infecção seja contida, esse número precisa ficar abaixo de 1 (ou seja, é preciso que uma pessoa infectada não consiga contaminar nenhuma outra).

Os pesquisadores também identificaram uma associação entre maior renda e mais diagnósticos de coronavírus.

Já entre a população com menor nível socieconômico, houve mais casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) de causa desconhecida.

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