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Novos resultados apontam contaminação em outras marcas da Cervejaria Backer

Foi determinado o recolhimento de todos os produtos da cervejaria

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) identificou a presença dos contaminantes monoetilenoglicol e dietilenoglicol em oito produtos da Cervejaria Backer. Além das marcas Belorizontina e Capixaba divulgados anteriormente, foram encontradas as substâncias tóxicas nas marcas Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2. Até o momento, as análises realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária constataram 21 lotes contaminados.

Todos os produtos fabricados pela Cervejaria Backer já estavam e continuam sendo retirados do mercado, por recolhimento feito pela própria empresa e por ações de fiscalização e apreensão dos serviços de fiscalização.

O Ministério segue atuando nas apurações administrativas para identificar as circunstâncias em que os fatos ocorreram e tomando as medidas necessárias para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas. Ressaltamos que a empresa permanecerá fechada até que se tenha condições seguras de operação e os produtos somente serão liberados para comercialização mediante análise e aprovação do Mapa. 

No último dia 13, o ministério havia intimado a cervejaria a recolher do mercado, além da cerveja Belorizontina, todos os produtos fabricados no período de outubro de 2019 até agora.

O Mapa já havia realizado o fechamento cautelar da unidade Três Lobos, da cervejaria, localizada em Belo Horizonte (MG), bem como a apreensão de 139 mil litros de cerveja engarrafada e 8.480 litros de chope. Também foram lacrados tanques e demais equipamentos de produção.

O Ministério segue atuando nas investigações e tomando medidas para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas pelas moléculas dietilenoglicol e monoetilenoglicol. 

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