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Violência sexual: até quando seremos obrigados?

Editorial publicado na edição 481, de 11 de outubro de 2019.

Nesta semana nosso conselho editorial foi unânime quanto a dois temas de suma importância e que devem sempre ter espaço em nosso pensamento jornalístico: a violência contra a mulher e a violência sexual contra crianças e adolescentes. Neste último caso, é assustador saber que 70% dos casos de abusos são cometidos pelos responsáveis do menor e também dentro do local de residência. Estamos no fim do mundo? Não podemos mais permitir que isso ocorra, e se ocorrer que os autores dos dois tipos de violência que citamos aqui sejam punidos com o maior rigor da lei.

No caso do abuso sexual de menores (o que é também inaceitável contra qualquer pessoa, obviamente, e independentemente de sexo e idade), é importante observar o comportamento de crianças e adolescentes pois eles terminam demonstrando algum sinal de que algo está errado, e isso cabe a todos nós (pais, parentes, professores, conselheiros tutelares). É isso que tratamos na matéria do caderno Metrópole.

Em relação à violência contra a mulher, é válido ressaltar uma proposta que tramita na Câmara Municipal de Cotia, onde um vereador apresentou projeto de lei que pede mais abertura para a contratação de vítimas de seus agressores. A ideia é que essas mulheres tenham uma "garantia" de emprego para que elas não se submetam aos seus parceiros violentos por conta do sustento que muitos deles propiciam. Isso ocorre, sim, em muitas famílias, é compreensivo este pensamento de muitas vítimas, mas elas precisam ter ajuda para conquistar a liberdade e, além disso, coragem para denunciar seus agressores, animais violentos que não merecem a compaixão da Justiça.

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