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A mulher ainda tem uma longa batalha

Editorial publicado na edição 496, de 06 de março de 2020

Levantamento inédito da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) revela que quatro (39%) em cada dez lares da região metropolitana de São Paulo são comandados por mulheres.

O resultado da pesquisa sublinha o censo comum histórico, que merece sempre ser lembrado: a mulher é guerreira e quando não está à frente de muitas famílias, é peça fundamental no sustento de muitas outras ao lado de seus companheiros.

Paralelamente a este cenário, a luta da mulher no mundo atual passa pela busca do seu espaço no mercado de trabalho em condições iguais a de mutos colegas dentro das mesmas empresas, inclusive.

O dia 8 de março é uma data para ser lembrada como marco de uma "granada" de revolta que explodiu e tem seus estilhaços espalhados até os dias atuais.

É importante lembrar que a mulher ainda luta por dignidade (e isso tem surtido efeito com o empoderamento feminino).
Outro dado que o mundo machista com homens (ou monstros) violentos ainda traz amargura: muitas mulheres são vítimas de violência, e isso inclui estupros inaceitáveis de adultas e meninas.

Que tipo de ser humano ainda comete crime dessa ordem? Não há Justiça suficiente para frear de forma dura e voraz a existência do que conhecemos como violência? Já passou da hora desse caos ser extirpado.


Ilustração: Carlos Muller/Giro S/A

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