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​Editorial: Pelo menos na projeção econômica...

Editorial da edição 417 de Giro S/A

A semana continuou quente na segurança, com mais mortes violentas no Rio de Janeiro (e pouco se sabe sobre os avanços da investigação sobre as mortes de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes) e também no STF, com discussões acaloradas entre ministros e um julgamento de habeas corpus preventivo que mobilizou os meios de comunicação na tarde dessa quinta (22). 

Mas em meio a essas discussões, a economia ficou em segundo plano. Na noite de quarta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, pela 12ª vez consecutiva, reduzir a taxa básica de juros que caiu de 6,75 para 6,5%.

Há alguns meses, membros do comitê haviam sinalizado que a tendência de queda da taxa seria mantida se decisões políticas, como a votação pela Reforma da Previdência ocorresse. A reforma não veio e, mesmo assim, o BC baixou os juros. Com taxas menores, a esperança de muitos empresários é de que haja mais investimentos e que as famílias voltem a consumir. 

Outro dado expressivo: estudo do Ipea projeta PIB de 3% para este ano, sendo mantido nesse patamar em 2019, um salto para a recuperação econômica, auxiliado principalmente pela inflação sob controle e expectativa de avanços da indústria e dos serviços. Finalmente uma luz e tanto no fim do túnel.

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