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Osasco é a 9ª no Estado em potencial de consumo e região soma 53 bilhões

Consumo nacional deve movimentar R$ 4,7 trilhões no fechamento deste ano de 2019

As oito cidades da região, conectadas pelo Corredor Oeste (Osasco, Carapicuíba, Barueri, Cotia, Itapevi, Santana de Parnaíba, Jandira e Pirapora do Bom Jesus) somam, juntas, um potencial de consumo estimado ainda para este ano de R$ 53 bilhões, puxando para cima a previsão de R$ 4,7 trilhões para o consumo em todo o País.

Osasco lidera o grupo com previsão de consumo de quase R$ 18 bilhões (Foto: Fernando Frazão/Agencia Brasil)

Osasco lidera o grupo com previsão de consumo de quase R$ 18 bilhões, segundo a responsável pelo levantamento, a IPC Marketing, que utliza dados oficiais para traça os cenários de consumo.

Em 2019, segundo a avaliação dos analistas do IPC Maps, o consumo das famílias brasileiras continuará em crescimento, como também deverá impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do País, sendo responsável por basicamente 65% da soma de bens e serviços deste ano.

RANKING CIDADE ​R$ BILHÕES
​9º ​OSASCO ​17,986
​20º​CARAPICUÍBA​9,458
​30º​BARUERI​7,149
​35º​COTIA​6,546
​45º​ITAPEVI​5,272
​59º​S.PARNAÍBA​3,646
​75º​JANDIRA​2,964
​288º​PIRAPORA B. JESUS​0,397

Fonte: IPC Maps 2019. IPC Marketing. 
Dados estaduais.
Arte: Editoria de Giro S/A Digital

​A posição de Osasco em 9ª no Estado de São Paulo, ou como 31ª no ranking nacional é reforçada pelo fato de que a liderança do consumo permanece com a região Sudeste (48,89%), embora a participação regional tenha registrado pequenos ajustes, mantendo as mesmas posições do ano anterior.

O estudo também revela as áreas que mais puxam o consumo das pessoas: manutenção do lar, incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás (26,8%), alimentação dentro e fora de casa (17,3%), transportes e veículo próprio (7,4%), medicamentos e saúde (6%), vestuário e calçados (4,8%), materiais de construção (4,3%), lazer, cultura e viagens (3,2%), eletrodomésticos e equipamentos (2,4%), educação (2,2%), higiene pessoal (2,2%), móveis e artigos do lar (1,9%), bebidas (1,3%), artigos de limpeza (0,7%) e fumo (0,6%).

A Pesquisa IPC Maps prevê alta de 2,7% nos gastos em relação ao ano passado. A previsão, baseada no índice de inflação IPCA de 3,89%, é do próprio estudo.

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