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Com juros mais baixos, mercado imobiliário cresce em vendas e lançamentos

Setor deve fechar o ano com volume de vendas próximo ao de 2019. Pandemia trouxe novas tendências e formas de morar melhor e lançamentos em Alphaville reforçam isso
Fachada do Level, lançamento da MPD na Av. Sagitário: a torre mais alta de Alphaville com 40 andares (Foto: Divulgação/MPD) 

Em recuperação, após o fechamento dos estandes durante a quarentena, o mercado imobiliário de São Paulo está em momento de expansão de projetos de lançamentos e vendas, conforme indica o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), entidade que monitora imóveis residenciais novos no Estado.

Em setembro, as vendas cresceram 19% em relação ao mesmo mês do ano passado e nos últimos 12 meses elas acumulam alta de 12,7%. Foram vendidos em setembro 5.147 imóveis novos. Após um recorde em agosto, os lançamentos chegaram a 6.238 unidades no nono mês deste ano, 40% a mais do que foi lançado em setembro de 2019.

A redução das taxas de juros é vista como principal motivo desse movimento de retomada, em conjunto com diversificação de modalidades de empréstimos, baseados na poupança, TR e IPCA, que é bem visto pelos clientes. "A redução da taxa de juros favoreceu a venda de imóveis", afirma o engenheiro Reinaldo Fincatti, diretor da Embraesp.

Para ele, a pandemia também trouxe mudanças ao segmento. "Já se sabe que apartamentos de 3 dormitórios tendem a aumentar de tamanho, com espaço maior para um home office." Contudo, em unidades menores, o desejo não acompanha a condição financeira. Fincatti acredita que colocar uma área de escritório em 2 dormitórios poderia aumentar de forma significativa o preço final da unidade. "Uma solução seria um coworking em uma área coletiva do edifício, onde os moradores teriam como utilizar como um escritório."


Ápice Park, de dois dormitórios, é sucesso pelo custo benefício e segurança de financiamento na assinatura do contrato, com poder de escritura (Foto: Divulgação/MPD)

Lançamentos

Com esse cenário positivo, a expectativa do Secovi-SP é de fechar o ano com vendas próximas de 2019, quase 45 mil unidades, mesmo diante de meses em que os estandes ficaram fechados. Os lançamentos estão sendo retomados agora, principalmente neste último trimestre, enquanto outros devem ocorrer no primeiro semestre de 2021, o que demonstra que o mercado está em alta.

A MPD, construtora de Alphaville, lançou os empreendimentos Verve (em Pinheiros, São Paulo) e Level, em Alphaville. Como tendência, a empresa enxerga um movimento cada vez mais forte de unir espaços de trabalho e lazer com aqueles de convivência em família. "Com a experiência de flexibilização de horário de trabalho pelo uso da tecnologia, abriu-se um leque de oportunidades para que as pessoas busquem cada vez mais bem-estar, áreas verdes, apartamentos e casas mais espaçosos, mesmo que mais distantes dos grandes centros", explica Débora Bertini, Diretora de Incorporação da MPD.

Tendências

Com o quadro de homeschooling, e principalmente de home office, que deve se manter, indicam a necessidade dessa nova configuração da casa. "As pessoas precisam mais de seus próprios espaços, suas privacidades dentro de casa. O aumento na convivência com a família também impacta o modo como procuramos opções de moradia. E assim, podemos apontar que algumas tendências que vão além apenas do tamanho de uma casa ou apartamento, mas também a sua configuração, o seu desenho do espaço. Além do surgimento, em muitos projetos, de áreas comuns diferenciadas tanto para o lazer, como sport bar, por exemplo, como para o trabalho, com espaços de coworking para os moradores", reforça Débora.

E esse cenário é ainda mais positivo em Alphaville, uma região que conta com o diferencial, em questão de valores, de oferecer opções mais acessíveis do que em regiões compatíveis em São Paulo, por exemplo. Para a diretora da MPD, isso atrai novos moradores e traz um benefício para a região. "Por Alphaville ser muito arborizada, com muita proximidade com a natureza, qualidade de ar melhor, por exemplo, é uma região atrativa para os que procuram imóveis maiores, mais espaçosos e, principalmente, qualidade de vida, por um valor que não seja extremamente fora do orçamento dessas pessoas."

O ponto principal é que, como as pessoas e empresas conseguiram se adaptar a trabalhar a distância, o fato delas morarem em um bairro mais afastado da região central de São Paulo, por exemplo, não é mais uma questão problemática ao escolher seu imóvel. "Isso tem gerado tendências que devem se manter nos próximos anos", conclui Débora.


Aline, da CNL: cliente não precisa passar pela ansiedade de pagar parcela diferenciada na entrega das chaves. A previsibilidade dos pagamentos lhe proporciona segurança (Foto: Divulgação/MPD)

Facilidade e segurança

Ao lançar a 3ª fase do Ápice Park, a Torre B, a CNL Empreendimentos reforça as vantagens do modelo que trouxe a Alphaville na parceria com a Caixa Econômica Federal. "Este é o primeiro projeto em parceria com a Caixa em Alphaville. É uma compra segura, porque traz ao cliente a possibilidade de fazer o financiamento na hora da assinatura do contrato, que tem poder de escritura. Significa que ele se torna proprietário de sua unidade. Num projeto normal, com 26 meses de obra, o cliente se compromete em parcelar a entrada e paga depois para receber a chave quando quitar o valor, e aí contrata uma instituição financeira para saldar a dívida com a construtora. Aqui é diferente: a Caixa contratou uma construtora de um projeto que o cliente comprou, porque ao assinar o financiamento ele já é dono do apartamento. O comprometimento de entrega é também com a Caixa", explica Aline Manzoli Neri, coordenadora de marketing e vendas da CNL Empreendimentos Imobiliários.

O cliente vai ao estande de vendas, faz análise de crédito, descobre em horas qual é o seu poder de financiamento real. Diante disso, já desenha um fluxo com valores reais, e, no máximo em 30 dias, já assina um contrato de financiamento com a Caixa. Esse contrato vai para o cartório, porque tem poder de escritura, é registrado e ele se torna dono de sua unidade. "Aquela ansiedade de ver a obra pronta para pagar uma parcela alta na entrega das chaves e gastar com documentação a gente não tem. Já passou por todo processo burocrático. E ainda quitamos os custos da escritura, o que dá uma tranquilidade ao cliente", ressalta Aline.

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