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"Festival É Tudo Verdade" começa nesta quinta-feira

 Mostra terá duas fases e a primeira parte está disponível on line

Foto: Divulgação // Festival É Tudo Verdade
Começa nesta quinta-feira (25) um dos mais tradicionais festivais de cinema do País, o "É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários". Com 25 anos de exibição, o festival é o principal expositor de documentários da América do Sul e que agora passa por uma reformulação devido às medidas de isolamento social e ao fechamento de salas de cinemas e centros culturais. 

Segundo a produção do evento, em nota divulgada em seu site, o festival "reformulou seu programa original, diante das restrições radicais de mobilidade e do fechamento das salas de cinema e centros culturais em suas sedes em São Paulo e no Rio de Janeiro."

A mostra será dividida em duas etapas. Nessa primeira fase, os documentários ficarão disponíveis em um festival digital até o dia 5/4 nos sites do Itaú Cultural e da Spcine Play. Outras produções ficam disponíveis até junho. Já em setembro, outras obras inéditas que estiveram em competição em festivais competitivos no Brasil e no mundo.

Neste primeiro momento, 30 títulos disponíveis on line e divididos em diferentes temáticas, que incluem uma homenagem a José Mojica Marins, o Zé do Caixão, que faleceu em fevereiro deste ano, e vídeos que destacam a mulher como realizadora audiovisual.

Veja a programação de filmes:

A situação do cinema - Título brasileiros dedicados à fruição cinematográfica
"Cinemagia: A História das Videolocadoras de São Paulo" (Alan Oliveira - 2016)
"Cine Mambembe: O Cinema Descobre o Brasil" (Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi - 1998)
"Cine São Paulo" (Ricardo Martensen e Felipe Tomazelli - 2017)
"O Homem da Cabine" (Cristiano Burlan - 2007)
"Quando as Luzes das Marquises se Apagam - a História da Cinelândia Paulistana" (Renato Brandão. 2018)
Os primeiros premiados: três longas-metragens e um curta-metragem premiados nas primeiras edições do "É Tudo Verdade"
"A Pessoa É Para o Que Nasce" (Roberto Berliner. 1998)
"Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos". (Marcelo Masagão. 1998)
"A Negação do Brasil" (Joel Zito Araújo. 2000)
"Rocha que Voa" (Eryk Rocha. 2002)
Ano 1: a safra brasileira no "É tudo verdade" 1996 : Longas e curtas-metragens nacionais que foram convidados a participar em 1996 da primeira edição do "É Tudo Verdade"
Longas-Metragens
"Carmen Miranda - Bananas is my Business" (Helena Solberg. 1994)
"No Rio das Amazonas" (Ricardo Dias. 1995)
'Yndio do Brasil" (Sylvio Back. 1995)
Curtas-Metragens
"Criaturas que Nasciam em Segredo" (Chico Teixeira. 1995)
"São Paulo – Cinemacidade" (Aloysio Raulino, Marta Dora Grostein, Regina Meyer. 1994)
"São Paulo - Sinfonia e Cacofonia" (Jean-Claude Bernadet. 1994)
"Un Poquito de Água" (Camilo Tavares e Francisco "Zapata" Betancourt. 1996)
"Vala Comum" (João Godoy. 1994)
"Maracatu, Maracatus" (Marcelo Gomes. 1995)
As diretoras no "É Tudo Verdade": Ciclo inédito de dez documentários nacionais dirigidos por mulheres que marcaram a história do festival
"Aboio" (Marília Rocha. 2005)
"O Aborto dos Outros" (Carla Gallo. 2008)
"Carmen Miranda – Bananas Is My Business" (Helena Solberg. 1994)
"Domingos" (Maria Ribeiro. 2009)
"Dona Helena" (Dainara Toffoli. 2006)
"Os Melhores Anos de Nossas Vidas" (Andrea Pasquini. 2003)
"Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas" (Sandra Werneck, 2017)
"Nasceu o Bebê Diabo em São Paulo" (Renata Druck, 2002)
"O Segundo Encontro" (Veronique Ballot. 2019)
"Um Passaporte Húngaro" (Sandra Kogut. 2001)
Homenagem a José Mojica Marins
"Maldito – O Estranho Mundo de José Mojica Marins" (André Barcisnki e Ivan Finotti. 2000"
"Mojica na Neve: Esta Noite Encarnarei em Sundance" (André Barcisnki, André Finotti e Ivan Finotti. 2001)

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