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Crítica de cinema: X-MEN Fenix Negra

Equilibrado, longa traz a média do que foi essa geração de mutantes, que começou com um ótimo filme e nos deu Apocalipse

Chegou ao fim o ciclo dos X-Men sob a tutela da Fox. E o encerramento da "quadrilogia" passa longe de decepcionar, mas é morna a temperatura de X-men: Fênix Negra!

Dessa vez, o grupo formado ao final de X-men: Apocalipse vai ao espaço salvar uma equipe de astronautas. Porém Jean Grey (Sophie Turner) encontra e absorve a entidade da Fênix. Mais poderosa e fora do controle, Jean é uma ameaça para humanos e mutantes.

O filme não consegue chegar perto da relevância da obra original. Porém é muito superior à X3, que também arriscou em trazer para as telonas a Saga da Fênix Negra.

O filme como um todo não tem erros, mas você lamenta ver tão pouco Mercúrio (Evan Peters) e fica pensando como seria bom ver mais do Noturno (KodiSmit-Mcphee).

Agora, com tudo finalizado, é esperar para saber como Kevin Feige e a Marvel Studios trarão de volta o grupo responsável por essa Era de Ouro dos super-heróis no cinema. Vida longa aos X-Men! Confira mais em www.cineclick.com.br.

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