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Crítica de Cinema: Turma da Mônica - Laços

Produção brasileira com muita qualidade técnica é uma bela adaptação dos quadrinhos, que influenciaram adultos em sua infância e ainda cativam as crianças, para os cinemas

Turma Da Mônica - Laços leva ao cinema o maior ícone da cultura pop brasileira e faz isso com bastante fidelidade ao material original. Carisma, nostalgia e aventura dão o tom dessa obra divertida, mas foca demais nas crianças e esquece de agradar os adultos.
Na trama, Floquinho desaparece e a turma precisa se unir para encontrar o cachorro do Cebolinha. Cascão, Mônica e Magali se juntam ao garoto, criam um plano infalível e partem em uma aventura que vai mudar suas vidas.
O filme é nostálgico e mexe com quem leu a turminha nos quadrinhos. O melhor é que o filme está lotado de easter eggs [segredos] com referências aos gibis, conta com a presença do Louco e tem até uma aparição de Maurício de Sousa no melhor estilo Stan Lee. Isso tudo é bem legal de se ver.
Entretanto, em termos de trama, a história de Laços funciona melhor nas páginas do que na tela. As situações não empolgam e os desafios parecem arbitrários e nada complicados de serem resolvidos.
O longa peca ainda pelas atuações e diálogos. A turminha não está tão afinada como gostaríamos, o elenco sofre um pouco para pegar o tom lúdico dos quadrinhos e isso fica claro desde o início. Em termos de roteiro, Mônica é coadjuvante de seu próprio filme e Cebolinha é irritante e desrespeitoso com amigos de forma desnecessária.
São questões que importam, principalmente, para os adultos. Já a criançada deve se divertir horrores com a comédia física, piadas típicas da turma e momentos fofos. O filme é colorido, os cenários bem detalhados e fica claro que toda a produção colocou muito amor nessa obra e isso já vale o ingresso do cinema.
Confira a crítica completa e a programação em www.cineclick.com.br.

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