Sidebar Menu

Crítica de cinema: ALITA: Anjos de Combate

O filme causa um estranho paradoxo.
Efeitos. Parte da graça está em Rosa: ela consegue fazer Alita ser a personagem mais humana desse mundo distópico - Divulgação

Há mais de uma década, James Cameron fala sobre produzir um filme de Battle Angel Alita, mangá conhecido no Brasil como Gunnm. Quando ele decidiu se dedicar a Avatar e suas sequências, passou o amado projeto a Robert Rodriguez. Nas mãos do norte-americano, o longa chega até nós como um espetáculo visual, mas incapaz de alcançar a inteligência e as questões filosóficas do material de origem.

O filme causa um estranho paradoxo. É ótimo ver Alita e seu mundo ganhar vida com qualidade técnica indiscutível, porém, é incômodo ver algumas decisões deixarem de lado questões cruciais da trama, fazendo com que ela se atropele a fim de resolver arcos de quatro volumes do mangá em apenas 122 minutos.
A icônica obra de Yukito Kishiro conta a história de uma ciborgue adolescente encontrada em um ferro velho de um futuro distante. A menina possui uma tecnologia perdida há séculos e ela passa a buscar a verdade sobre sua identidade, mas enfrenta provações.
É uma incrível obra de ficção, adaptada por um especialista em sci-fi (Cameron), dirigida por um ás da ação (Rodriguez), estrelada pela simpática Rosa Salazar (Bird Box) como Alita e pelo ótimo Christoph Waltz (Django Livre), no papel de Ido, o especialista em cibernética que repara a garota e torna-se seu pai adotivo.
É um filme com potencial absurdo para se tornar marcante também no cinema, mas escorrega em alguns pontos importantes para o desenrolar da trama.
Confira a crítica completa no site: www.cineclick.com.br.

Veja mais notícias sobre Divirta-seCinema.

Veja também: