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Rogério Lins diz que punirá comércios que abrirem antes do término de decreto

Covid-19: os casos voltaram a subir, agora são 1.413

O prefeito de Osasco, Rogério Lins (Pode), afirmou, durante transmissão feita nas redes sociais, que pode punir os comércios que não respeitarem o decreto que determina o fechamento dos estabelecimentos.

O prefeito ainda falou que na segunda-feira, 6, serão anunciadas as novas orientações seguindo a determinação do governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Saúde.

"Comércio aberto na segunda-feira, dia 6, está descumprindo os decretos dos governos do Estado e Municipal. Não vamos permitir isso, e teremos sanções ao comércio, se ele reabrir. Embora as pessoas precisem sustentar suas famílias, em primeiro lugar está a vida dos osasquenses. É momento de reclusão. Isso não é uma gripezinha", disse.

O prefeito voltou a falar da importância do isolamento social para impedir o avanço da doença na cidade. Lins explicou que o pico da doença será nos próximos 10 dias e, neste momento, o objetivo é o achatamento da curva da doença, e que para isso as medidas restritivas vão continuar.

"Até o presente momento estamos conseguindo nosso objetivo, então fique na sua casa. Quando a pandemia passar você vai poder retomar sua vida. Ainda é momento de reclusão social, principalmente agora. Todos falam que o pico da pandemia acontece nos próximos dias. Continuamos com as medidas restritivas e até proibimos o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos", revela.

Lins também falou sobre a entrega das cestas básicas para os estudantes. No total serão 70 mil alunos beneficiados. "Passamos o dia organizando a entrega e todo aluno que estuda na rede municipal, creche ou rede conveniada receberá uma cesta básica por criança. Também tivemos voluntários que ajudaram com transporte para levar as cestas para as casas das crianças. Até o dia 15 as crianças vão receber o kit de alimentação", explica.

O prefeito falou ainda sobre o crescimento de casos suspeitos do coronavírus em Osasco. Os casos voltaram a subir, agora são 1.413 pacientes, que são monitorados por apresentarem sintomas da Covid-19. "Além disso, são 48 casos confirmados, 195 descartados, dois óbitos confirmados e 18 mortes que seguem aguardando laudo do instituto Adolpho Lutz", finaliza.

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