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Empresa cria máscara bactericida reutilizável

Fabricante de brinquedos é quem vai produzir o EPI
A nova máscara é reutilizável e o material usado tem propriedades bactericidas, antifúngicas e antivirais (Foto: Divulgação)

Uma empresa vinculada a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) acaba de criar máscara respiratória equivalente àquelas conhecidas como N95, mas com duas vantagens: é reutilizável e o material do qual é feita tem propriedades bactericidas, antifúngicas e antivirais.

O produto é resultado de parceria com uma fabricante de brinquedos, que está com o parque industrial ocioso devido à pandemia de Covid-19.

As propriedades antimicrobianas da máscara são resultantes da adição de micropartículas de prata aos polímeros dos quais é constituída a sua estrutura.

Embora ainda não tenha sido possível comprovar sua ação contra o SARS-CoV-2, causador da Covid-19, o material já tem ação comprovada contra outros vírus.

Além disso, a ação bactericida e antifúngica ajuda a evitar outras contaminações comuns em ambientes hospitalares, como, por exemplo, a pneumonia bacteriana.

O equipamento, batizado de Oto, é uma alternativa para profissionais de Saúde e outros usuários, especialmente diante da escassez de equipamentos de proteção individual (EPIs).

A higienização demanda apenas água e sabão, além da troca do elemento filtrante (do tipo PFF2, descartável, fornecido no kit junto com as máscaras). 

A empresa está recebendo pré-reservas e as entregas devem começar no final da primeira quinzena de maio. A capacidade instalada de produção já é de 200 mil unidades por mês, mas há possibilidade de ampliação para um milhão de máscaras, de acordo com a demanda.

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