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Covid-19: Maconha pode proteger contra doença, diz estudo

Alemanha e França também buscam medicamentos contra o vírus
Pesquisa canadense ainda é independente no meio acadêmico. (Foto: Pexels)
Durante uma pesquisa, cientistas canadenses identificaram pelo menos 13 cepas de cannabis, sativa, uma substância presente na maconha e que podem ser usadas na prevenção e tratamento da covid-19.

Os resultados partem de pesquisas sobre o tratamento do câncer e artrite que o grupo já vem realizando.

A descoberta foi divulgada em um artigo publicado no portal cientifico Preprints.

Liderados pelo professor de Biologia da Universidade de Lethbrigde Igor Kovalchuk, o estudo foi baseado em extratos da erva com efeitos sobre proteínas ACE2 e TMPRSS2. Elas se encontram embutidas na membrana celular e funcionam como células hospedeiras do coronavírus.

Os primeiros resultados apontaram que os extratos são ricos em canabinoide e possuem capacidade de reproduzir a expressão ACE2 em tecidos com o vírus e regular a TMPRSS2.

Tais cepas podem ser usadas como um tratamento preventivo, podendo ser usadas em produtos como de enxaguante bucal ou gargarejo, reduzindo a infecção por meio da mucosa oral; e uma possível vacina.
Estudo ainda precisa ser revisado e ser validado pela comunidade cientifica. O próximo passo é a realização de ensaios clínicos e, para tanto, os pesquisadores já estão em busca de parcerias.

Outras opções

Segundo a agência de notícias alemã Deutsch Weller, novo medicamentos vêm sendo testados para o tratamento da Covid-19. Muitos tratamentos são pouco ortodoxos.

No Reino Unido, há o tratamento Remdesivir. Desenvolvido originalmente para o tratamento do ebola, o antiviral pode reduzir o tempo de recuperação do paciente que contraiu o vírus.

Apesar de bons resultados, pesquisadores norte-americanos afirmam que o remédio não evita todas as mortes.

Já a Alemanha vem realizando testes para uma vacina da covid-19, usando um produtor criado para imunologia do câncer.

Enquanto na França, está sendo realizado um estudo que indica que a nicotina – o alcaloide inalado durante a distração, frequentemente letal, do fumo – talvez proteja contra o novo vírus.


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