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Covid-19: Casa Branca projeta ao menos 100 mil mortos nos EUA

País deve ter "semanas duras pela frente", diz Trump a norte-americanos
No pronunciamento de ontem, Trump também pediu que todos sigam as orientações federais de distanciamento social até o final do mês de abril. Durante coletiva de imprensa a jornalistas, cartazes ao lado de Trump diziam que os próximos 30 dias serão fundamentas para controlar a proliferação do vírus no país. (Twitter/Donald Trump)

O presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos norte-americanos que estejam preparados para um momento difícil em relação ao enfrentamento ao Covid-19 no país. Em pronunciamento nesta terça-feira (31), na Casa Branca, Trump disse que os EUA terão "semanas duras pela frente" no combate à pandemia do novo coronavírus.

No domingo (29), Trump prorrogou as medidas de combate ao coronavírus até 30 de abril, depois que teve acesso a relatórios do governo que estimam pelo menos 100 mil mortes no país por Covid-19, caso as medidas de segurança, incluindo o isolamento, não sejam seguidas por toda a população. Projeção cogita ainda um número de 240 mil mortos. "Seguindo essas diretrizes com muita energia, podemos salvar mais de um milhão de vidas", disse Trump.

No pronunciamento de ontem, Trump também pediu que todos sigam as orientações federais de distanciamento social até o final do mês de abril. Durante coletiva de imprensa a jornalistas, cartazes ao lado de Trump diziam que os próximos 30 dias serão fundamentas para controlar a proliferação do vírus no país.

Os Estados Unidos pretendem construir centenas de hospitais temporários para aliviar a pressão sobre os centros médicos que lidam com o aumento de pacientes com coronavírus, disseram ontem (31) autoridades, um dia após nova alta no número de mortes nos EUA.

O número de casos nos Estados Unidos aumentou em mais de 20 mil confirmados na segunda-feira (30), sobrecarregando hospitais que estão ficando sem médicos, enfermeiros, equipamentos médicos e utensílios de proteção.

Ao todo, 575 pessoas morreram - um número recorde -, ultrapassando a marca de 3 mil vítimas fatais, mais do que o número de mortos nos ataques de 11 de setembro de 2001, enquanto o total de casos subiu para mais de 163 mil, de acordo com contagem da agência de notícias Reuters.

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