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Consumidores aproveitam o comércio eletrônico

Desde alimentos e itens de higiene até de vestuário são adquiridos via online
O sistema de delivery é uma boa opção em época de coronavírus (Foto: Divulgação)

Sem poder ir a shoppings ou a lojas de rua devido à pandemia do coronavírus, consumidores estão se voltando ao comércio eletrônico. E as empresas estão se adaptando a essa fase.

Os itens de higiene e alimentos são bastante procurados nas compras pela internet. Mas peças de vestuário também têm seu espaço. Marcas de calçados, como a Arezzo, enfatizam nas redes sociais que é só escolher o calçado ou bolsa que a empresa entrega em casa. Algumas, inclusive, estão com o frete grátis, como a Vivara.

O sistema de delivery nunca se tornou tão essencial. A padaria Quaresmeira, por exemplo, ressalta que o seu cliente não precisa sair de casa e que suas delícias pode ser pedidas por meio do app iFood. A rede de supermercados Pão de Açúcar também vende online, mas pensando naqueles que querem ir até suas lojas, está excepcionalmente atendendo em algumas unidades, todos os dias, das 6 às 7 da manhã, apenas pessoas acima de 60 anos, considerado o maior grupo de risco.

O Governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (18) o fechamento de todos os shoppings centers da região metropolitana de SP para deter a propagação do vírus. Eles têm até a segunda-feira (23) para fechar as portas, atitude que deve durar até o dia 30 de abril.

As instituições de ensino também estão com esquemas de estudos via online. O Anglo Leonardo da Vinci é uma delas. Os alunos e os pais têm acesso a plataformas de atividades que os estudantes devem realizar nesse período. O Centro Educacional Matriz resolveu seguir o mesmo caminho e está ministrando aulas particulares online, além de dar aulas nas residências.

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