​Vendas na região devem aumentar em 15% na "Semana do Brasil", prevê Facesp

Inspirada na "Black Friday", a atividade é opcional para comerciantes e varejistas. Na edição anterior, segundo o Instituto de Desenvolvimento do Varejo, mais de três mil comércios participaram da ação
Centro de Osasco: ação promete fomentar o comércio regional (Francisco Cepeda/Giro S/A)

Começou na sexta-feira (3) e vai até o próximo dia 13 de setembro, a terceira edição "Semana do Brasil". Organizado pelo governo do federal, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), a ação visa unir o poder público e a iniciativa privada para fomentar o comércio nacional, por meio de descontos em lojas e e-commerces.

Inspirada na famosa "Black Friday" dos Estados Unidos, a atividade é opcional para comerciantes e varejistas. Na edição anterior, segundo o IDV, mais de três mil comércios em todo o Brasil aderiram a iniciativa. 

Ao Giro S/A, a Associação Comercial e Industrial de Barueri (Acib), informou que os setores que mais tendem a crescer na região, neste período, são: vestuário (32%), higiene em geral (32%) e eletrônicos (29%).

"Assim como ocorreu em 2020, as compras por meios de internet ainda são as principais tendências em virtude da comodidade e pela oferta que os grandes magazines têm colocado à disposição como entrega expressa, qualidade e atendimento", afirmou a Acib, por meio de nota . 

"De um lado, o governo apoiará a realização e a divulgação da Semana. Do outro, a iniciativa privada aproveitará o momento para estimular o mercado e atrair consumidores durante o período com promoções especiais, descontos exclusivos, produtos e serviços temáticos, ambientação de espaços físicos e virtuais e muito mais", explicou o Governo Federal em comunicado.

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) prevê um crescimento de 10% a 15% nas vendas físicas, e 25% no comércio online. Ainda de acordo com a IDV, a ação irá ajudar os comércios que foram afetados pela pandemia do covid-19.

"As pessoas estão mobilizadas para salvar negócios e empregos, alguns indicadores têm mostrado uma reação da economia e há uma demanda reprimida", explicou Marcelo Silva, presidente do IDV.

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Segunda, 18 Outubro 2021

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