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Oferta cresce, mas elétricos ainda têm desafios

Novidades chegam ao Brasil junto com alto preço e baixa autonomia.
Renault Twizzy (azul), que chega ao Brasil em 6 meses; visitante testa modelo elétrico e modelos JAC elétricos em exibição no evento

Sediada em São Paulo, a 15ª Plataforma Latino-Americana de Veículos Híbrido-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias trouxe discussões e tendências sobre a eletrificação e mobilidade.

Das montadoras, estiveram presentes Toyota, JAC, Caoa Chery e Renault. Além dos estandes de exibição, havia uma área para test drive de elétricos e híbridos.

Entre as discussões, Caio Castro, sócio do ICities, apontou que há tecnologia, mas é preciso aprender a utilizá-la. Para ele não haverá troca de veículos a combustão por elétricos, mas sim uma revolução urbana com cidades inteligentes, integrando tecnologias como inteligência artificial e internet das coisas, entre outras.

Já a Ipsos apresentou estudo inédito, voltado ao comportamento do consumidor em relação aos veículos híbridos e elétricos. Entre o público entrevistado ficou evidente que homens da geração Z e com maior renda são os mais familiarizados com o tema. O veículo elétrico "ideal" para o brasileiro deve ter tempo de carregamento entre 20 e 30 minutos, autonomia de 200 a 300 km, ser carregado uma vez ao dia e ter a mesma linha de design em relação aos carros a combustão. O estudo também detectou que para33% não é fácil encontrar estações de carregamento; para 30%, os modelos atrativos são muito caros e para 29%, a autonomia não é adequada para percorrer longas distâncias.

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